Publicado por: Rogério Tomaz Jr. | 04/01/2012

Michel Teló é suspiro de moribundo para gravadora da Globo

A música é – como 99,9% do breganejo – lixo cultural, mas o refrão gruda como jingle de campanha eleitoral ou marchinha de carnaval.

O hit “Ai se eu te pego”, que tem rodado o mundo na voz do astro descartável da vez – por quanto tempo? – da “música sertaneja”, Michel Teló, deverá servir para impulsionar a combalida gravadora Som Livre, empresa das Organizações Globo.

“A Som Livre não grava nada mais que presta”, me comenta uma amiga.

Dei uma conferida rápida no cast da Som Livre e constatei que pouca coisa se salva em termos de qualidade artística. Maria Gadú e mais um ou dois nomes são o que se salva de uma empresa que tenta sobreviver em meio à derrocada inevitável de uma indústria anacrônica – com a expansão da Internet e da sua inerente lógica de compartilhamento de conteúdos (por mais que existam sempre reacionário$ Steves Jobs da vida para aprisionar incautos e alienados voluntários em shoppings virtuais).

Michel Teló é um suspiro para a moribunda Som Livre. Pode garantir uns bons trocados a mais para a gravadora da Globo, que, obviamente, explora o “fenômeno” – tão efêmero mercadologicamente quanto superficial artisticamente – em todos os seus veículos.

A capa da revisa Época (revista da Globo, para quem não sabe), o show especial de fim de ano, a presença em TODOS os programas da grade da TV, além da repetição ad nauseum nas rádios. Tudo faz parte da estratégia única que aproveita a onda surgida graças à facilidade de divulgação que a Internet permite.

Época da semana de 1º a 7 de janeiro de 2012

Nada disso salvará a indústria fonográfica – que adere cada vez mais à lógica da Internet para não sucumbir totalmente – de se tornar um setor bem menos relevante, em termos de volume financeiro, do que já foi um dia e do que ainda é hoje.

Requiescat in pace, vermibus.

PS: A sugestão de pauta veio do amigo Héber Carvalho.

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Responses

  1. Putz, até tu, Rogério. Não entendo tanta raiva contra esse cara. A música é horrível, mas aí vão duas ponderações:
    1) o sujeito canta há décadas no interior do sul do Brasil, agora está fazendo sucesso mundial. Que bom pra ele.
    2) Esse “ódio” contra o sujeito explicita uma outra coisa na minha opinião, que é um enorme preconceito e um profundo desconhecimento dos “grandes centros” em relação ao que acontece no interior do Brasil.

    • Cassol, não tenho nada contra o Michel Teló ou contra o Chitãozinho ou contra o Zezé di Camargo ou alhures afins. Eu tenho é uma opinião convicta (e não baseada em “pré-conceito”) que considera a música que eles fazem lixo cultural. Releia o post. Não tem nada de pessoal. Quanto ao conhecimento do que passa no interior, camarada, parece que você não me conhece ou esqueceu quem eu sou. A família do meu pai é do sertão baiano e a da minha mãe é do sertão cearense e fui criado no Maranhão, em contato permanente com o interior do estado, por vários motivos (profissionais, políticos, acadêmicos e culturais, inclusive no aspecto do lazer puro e simples). Sou discípulo de Patativa do Assaré, um analfabeto que escreveu algumas das linhas mais belas desse País. Tanto quanto sou fã INCONDICIONAL do Falcão, um cara chamado de brega, mas que é muito mais refinado e original nas ideias do que muita gente da alta roda da MPB. Sem falar no Luiz Gonzaga, para mim um dos maiores gênios musicais que tivemos em toda a nossa história. Ou de Antonio Nóbrega, para citar um contemporâneo (que bebe das melhores e mais profundas e profícuas fontes da cultura popular desse nosso Brasilsão). Ou do Samba de Coco Raízes de Arcoverde, que fez um dos melhores espetáculos musicais que tive o prazer de ver na minha vida (com o Lucas Luz de testemunho-cúmplice), no carnaval de Recife em 2004, quando eles eram bem desconhecidos até mesmo do público pernambucano. Enfim, poderia citar uma Odisseia inteira de nomes da cultura popular do interior do Brasil ou de ritmos “marginais” que são minhas referências e preferências musicais e que faço questão de divulgar, inclusive nesse blog. Mas que Michel Teló é lixo, ah, ninguém me convence do contrário. Tocando em Quixeramobim ou em Paris (ótimo para ele!).

      • Perfeito o post. Quem não lhe entendeu que se ferre, Rogério. A falta de capacidade em entender uma crítica é o indício da ignorância. Esta se ateve à conjuntura da indústria fonográfica, todavia os leitores do teu blog tomam como ofensa pessoal ao artista. Fazer o que…

  2. Eu até já tive uma esperança quanto à carreira da Maria Gadu, mas depois que a Som Livre enlatou… sei não…

  3. Mas so pra constar a musica “Ai se eu te pego”, é um forró da banda baianana Cangaia de Jegue….

  4. Inicio do ano, fim dos tempos!

  5. Nosso menino do M.S.esta estourando no mundo e neguinho se rasgando de raiva,Preconceito. “inveja é uma merda” . Isso é Lamentavel em não aceitar como o mundo é.. Se voce não gosta, se junte as poucas pessoas que não sabem viver na sociedade com a diversidade cultural, pois a maioria do mundo, milhões de pessoas gostaram e muito… E eu Já não agüento mais os pseudo-intelectuais…Todo mundo já sabe que existe um capitalismo selvagem e muitos estão interessados nisso, mas ficar paranóico e dizendo que qualquer coisa é Illuminati já enxeu o saco e o pior, quem gosta de alguma coisa já é taxado de ignorante pelos pseudo intelectuais e ficam falando pra abrir o olho, ninguém merece esses mané’s. Não faça este tipo de jornalismo critíco prejorativo e de cunho pessoal, vc não esta julgando o Michel ou a musica dele e sim + 90 milhões de pessoas até do primeiro mundo…isto é jornalismo de lixo. ninguem merece…Mexeu com o povo do MS e com o Michel mexeu comigo também.o Cara esta faturando com sua competencia comercial.Ele esta morrendo de medo da sua crítica e se esconde atrás de 33 milhões. Quem é o lixo?

    • Ah, ele é do MS? Podia ser do meu Ceará ou do meu Maranhão ou da minha Bahia… não importa de onde seja, lixo é lixo. Mas o post nem é sobre a “qualidade” musical dele, mas sobre a indústria fonográfica. Então procure outro em quem descontar o seu provincianismo ferido.

    • Só para constar, o Michel Teló, caro colega do MS, é paranaense de Medianeira.

      A propósito, Rogério, excelente texto. Este é só mais um exemplo de desespero desmedido para faturar uns trocados por duas semanas da combalida e agonizante indústria fonográfica brasileira.

      • Só para constar, sou do MS e partilho a mesma opinião do Rogério. Michel Teló, é sim, lixo musical. Respeito quem goste, mas não queiram impor essa anomalia para todo mundo, e mais uma, não nos meça por sua régua, há sim vida inteligente no Mato Grosso do Sul.

        O cara nasceu no Paraná mas se criou musicalmente no MS, aliás, o Tradição (seu antigo grupo) só estourou nas paradas depois de sair do MS e fazer uma lambança de mistura de axé com sertanejo.

        E olhe que sou amigo pessoal de alguns cantores de sertanejo, nem por isso deixo de ter minha opinião sobre a qualidade musical.

  6. Como é que voce escreve, fala que a musica do cara é um lixo, sem pesquisa e não sabe nem da onde é o cara, ele é do Ms e a musica é da Bahia. No Ceará tem faculdade de jornalismo por correspondecia hé… vc escreveu-A música é – como 99,9% do breganejo – lixo cultural, mas o refrão gruda como jingle de campanha eleitoral ou marchinha de carnaval. olha a diferença o que diz um jornalista de verdade.

    A revista Forbes deu destaque a um músico brasileiro. A publicação inicia uma matéria sobre Michel Teló questionando: “Você já ouviu o fenômeno da música sertaneja Michel Teló? Você vai ouvir”. Michel, que já era conhecido nacionalmente com outros hits como “Fugidinha” e “Ei, psiu, beijo me liga”, ficou conhecido na Europa após alguns jogadores, como Cristiano Ronaldo e Rafael Nadal, comemorarem gols e vitórias com a coreografia de “Ai, se eu te pego”.

    Para a Forbes, “a história mostra que é muito difícil uma celebridade
    brasileira se tornar uma estrela internacional”, e cita Carmem Miranda, Gisele Bündchen, Ronaldo, Ronaldinho e Xuxa como exceções. Sobre a apresentadora, a publicação ainda afirma que ela fez muito sucesso nos anos 90 em seu programa infantil, mas que hoje é uma estrela decadente até em seu próprio país.

    Compara com a sua reportagem e fala quem esta com o provincianismo ferido. Eu ou vc.E mais, Moro no Ms e sou carioca meu.

    Para a Forbes, Michel Teló é um fenômeno da internet, “seguindo os passos de Justin Bieber e Rebecca Black”.

    A publicação apresenta o atual hit de Teló: “Seu maior sucesso é a canção repetitiva ‘Ai se eu te pego’, que já foi assistida 94 milhões de vezes no Youtube e já teve a letra da música traduzida para inglês, polonês, grego e hebraico”. E ainda ressalta o sucesso mundial da música. “Está entre as mais tocadas nas rádios de todo o mundo e se tornou o hit mais baixado pelo iTunes em países como Portugal, Itália, Espanha, Alemanha, Polônia, Argentina, Chile, Colômbia e Peru. Ironicamente, no Brasil a canção está em segundo lugar no número de dowloads, depois de ‘Someone Like You’, da Adele”.

    A Forbes ainda estima que Teló, que fez 220 shows só em 2011, tenha faturado US$ 18 milhões (cerca de R$ 33 milhões) nos últimos 12 meses. Além de Michel, a Forbes cita Paula Fernandes e Luan Santana como grandes destaques na música sertaneja. “As estrelas da música brasileira estão recuperando um raro bom momento no mercado sertanejo”, afirma a publicação.

    Aprendeu o que é jornalismo profissional, Escrever a verdade.

    • Fico muito feliz que o Michel Teló faça sucesso e ganhe muito dinheiro com o que faz. Mas continuo achando que a música dele é um lixo. E pode continuar me desqualificando. Vou continuar achando que a música é um lixo.

      • O pior de tudo é: quanto mais dinheiro, menos cultura…..
        Esses caras – jogadores – são espelhos para esses meninos com pouca ou nenhuma perspectiva de vida estável, saudável, mas parece que isso pouco importa para eles. Ao invés de divulgar que seu país nada, ou pouco, faz pela educação, ficam inventando dancinhas e divulgando músicas que não passam nenhuma mensagem na letra. É uma pena!!! Na hora que esses mesmos caras vão dar uma entrevista o que sai é: “tivemos menas chances” e dai por diante…..

      • Rogério,só hoje,por acaso,tive acesso ao seu blog e a essa discussão sem propósito,iniciada por pessoas que não repeitam a opinião alheia,ou que sofrem de verborragia,precisando falar a qualquer custo,mesmo sem conhecimento de causa.Concordo integralmente com voce, e sinto pena por sermos reconhecidos lá fora por músicas totalmente desprovidas de qualidade,fruto de um marketing exacerbado e aclamado por pessoas que acreditam que quantidade de acessos no youtube seja sinônimo de qualidade.Gravadoras multinacionais estão cada vez mais ricas por isso:elegem um “sem-talento” e,por alguns míseros trocados investidos, os transformam da noite para o dia em ícones.Acreditar que só por isso não devam ser considerados lixo cultural, é apenas enorme ignorância e falta de senso crítico apurado.

    • E desde quando a Forbes é parâmetro para alguma coisa?? Sua mente não difere muito do pensamento de qualquer habitante da colônia, no século XVIII: continua olhando para a metrópole de forma admirada.

      Tristeza para o Brasil, com tanta riqueza em sua cultura, exportar justamente algo tão pobre.

  7. Num país onde educação e cultura nunca foram prioridade, é natural que a preferência recaia sobre o que está mais próximo do básico, do elementar, do chão. E o fato de tanta gente admirar essa música não a torna uma obra-prima. Se o comportamento da massa fosse sinônimo de qualidade, jogar lixo na praia de Copacabana na passagem de ano seria um exemplo de civilidade. Mas gosto não se discute. Todos nós temos direito às nossas doses de elitismo e de mediocridade. Pão e circo para o povão. Assim, ninguém questiona o que realmente importa: os ralos por onde escorre a cidadania.

    • Excelente! Apesar de não gostar desse ritmo musical, acho que eles têm direito ao Sol. Mas concordo plenamente que isso ocorre por falta de educação, conhecimento. Mesmo que o Brasil – um dia – seja um país erudito, essas músicas vão continuar existindo, mas com outra cara, sem apelação. Quem não lembra das boas músicas de Sérgio Reis, Almir Sater, elas também têm um que de romantismo, mas lembram o nosso belo interior, o homem do campo, e não apenas essa coisa vulgar que esta virando boa parte da música brasileira.
      Agora, o mais interessante é que a postagem era sobre a Som Livre, Michel Teló – que eu desconhecia até esses dias – foi apenas um exemplo usado, ou seja, mesmo quando a Globo não sabe que estão falando a seu respeito, ela sai ganhando…..é mole?!

  8. A Indústria Cultural fabrica “ídolos” para que sejam consumidos vorazmente pelo povo, que há muito sem qualquer senso crítico (diga-se de passagem, por falta de vontade de se esforçar para exercer a reflexão) acata e custeia este descalabro, as “tendências” ditadas pela mídia, mantêm a estagnação, os esteriótipos que por sua vez servem plenamente para manter as relações de poder entre dominadores e dominados exatamente como estão. Ponto positivo para as coorporações de mídia, os políticos que estão por trás dela e todos os que mantém o status quo, independente de legendas. Ponto negativo para o povo que se permite ser joguete na mão dos poderosos e ainda defende barbaridades como este “cantor” que é apenas a “bola da vez” para manter a engrenagem funcionando.

    Não precisa conhecer a “história” do sujeito, menos ainda buscar pesquisar ou se informar sobre as “origens” ou a “luta” para o cidadão fazer su$$esso e virar “celebridade” é preciso antes de tudo estudar e conhecer SIM, os meios pelos quais a população brasileira é sujeitada sem qualquer reação a este mercado cultural imbecilizante e as origens e intenções de quem está por trás dos meios de comunicação.

  9. Eita Rogério, os mimimis se irritaram…e falta entendimento, cabe as pessoas relerem o post. Falar que você foi preconceituoso e que está com raiva do cara, é phoda, ops, desculpa ae… Aposto que até o tal Teló acha a música dele um lixo, ui, vem chumbo grosso

  10. Fica triste não, com os mimi não, um dia vc aprende a fazer jornalismo, vc é novo. Quando a fome bater na sua porta e vc tiver familia para sustentar, vc parte rápidinho para o mundo do capitalismo e deixa de lado esta utopia de achar que o mundo é aquela ética que se aplica na faculdade de Jornalismo. Ou vc reza a cartilha dos donos de jornais e da mídia comercial ou morre de fome ,meu camarada este é o mundo dos pobres e ou dos ricos , voce e quem escolhe a sua maneira de viver, a minha eu ja escolhi. Um bom ano pra voce.

    • Difícil entender o que tem a ver jornalismo com a minha opinião sobre uma música, mas cada um pensa como pode…

      • O padrão de jornalismo desse pessoal é o da Globo, subentende-se após ler tanta gente com raiva de ti, blogueiro.

  11. concordo plenamente. infelizmente é o reflexo da nossa sociedade, fútil e desinteressada.

  12. Acho que todos deveriam voltar-se para suas próprias vidas e parar de perder tempo com discussões sem nexo e que não levarão a lugar algum, pois Michel Teló está pouco se lixando para a opnião de qualquer um. Se o seu hit “tal” é um sucesso, deixe que seja. Se tiver que cair no esquecimento um dia, que caia. O importante seria se todos unissem-se ao invés de ter “briguinhas adolescentes” de quem gosta ou não do seu ídolo favorito. Essa perca de tempo, sim, é irritante. Espero que todos façam jus a inteligência que lhes foi dada. Ah! Não sou jornalista e amo Rock’n’Roll.

  13. “Lixo cultural”? Para quem? Você? Puro elitismo. Que tal ler um pouquinho o sociólogo francês Pierre Bourdieu, de saudosa memória, para saber que tudo é convencionado socialmente: um grupo de agentes intelectuais convencionou que Chico Buarque é chique, sofisticado, inteligente, de qualidade; enquanto Michel Teló é a antítese de tudo isso. Caro senhor, acorde para o mundo!!! Não existe verdade absoluta. Muito mais justo seria você dizer: não gosto de Michel Teló. Eu acho um lixo. Mas, isso não quer dizer que é realmente lixo. É lixo pra você. PARA VOCÊ. Há quem goste, e muito! É igualmente legítimo. PONTO.

    • APOIO INTEIRAMENTE!Resolveram literalmente “pegar” o Michel, ele é a “bola da vez ” , a GENY” do Chico Buarque ! Temos na nossa música popular tantos sucessos desse tipo que os “intectuais” estão esquecendo.Que tal a saudosa Carmen Miranda com a poética MAMÃE EU QUERO? Ou a poética letra, digo letra, TICO TICO NO FUBÁ? Não são lixos, porque foram cantados pela Carmen? Textos escritos por pessoas “não fãs” do MT como o GRAVATAÍ MERENGUE ” Michel representa sim a nossa cultura” ou JACARÉ BANGUELA ” MIchel Teló é foda” são interessantes. “Cultura” , gente, não tem nada a ver com escolaridade! Se tiver preguiça de pesquisar fundamentos de sociologia e antropologia , pegue o HOUAISS e leia definição de cultura de massa. Encare AI SE EU TE PEGO como uma brincadeira, como as marchinhas de carnaval!

  14. Na boa, nunca entendi essa frustração contra o capitalismo. Tudo é culpa do capitalismo, mas até agora ninguém conseguiu propor uma alternativa ao sistema econômico. Ah, e aliás, é justamente devido a economia de mercado que podemos escolher e selecionar entre o que é ou não lixo, podemos discordar e comprar ou não uma coisa.

    E desde quando opinião pessoal é jornalismo? Alguém ai sabe o que é uma reportagem? Um articulista emite opinião sobre determinado assunto, e só, podendo ou não ser especialista no ramo.

    • PERFEITOOOOO!!!!

  15. ai se eu te pego assim voce me mata e nao se farta so quer fazer amor


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