Publicado por: Rogério Tomaz Jr. | 08/09/2011

Pedido de casamento em pleno estádio de futebol

Tinha que ser meu primo.

Édson Oliveira Jr. – o “Junim” da família – é daqueles torcedores cativos do Vozão. Nunca perde uma partida. Se não pode ir ao estádio, acompanha pela TV ou pelo rádio, ouvindo a voz imortal de Gomes Farias.

Também é o cearense modelo: bom humor regado a um estoque quase infinito de piadas e causos, companheiro de todas as horas e profissional papudinho* de nível moderado.

No último domingo (4), pediu a namorada Kamille em casamento, em pleno estádio Presidente Vargas (popularmente rebatizado de La Vovonera, embora eu prefire La Vovozera), no intervalo do jogo Ceará x Internacional, pelo segundo turno do Brasilierão.

A partida, que terminou empatada, invoca um clichê batido, mas válido: azar no jogo, sorte no amor.

Que sejam muito felizes!

Uma equipe de TV fez o registro. Assista.

Unidos na paixão pelo Ceará e no amor recíproco

Quando ainda não passava de projeto de gente, Junim foi comigo e outros primos e tios para um Clássico Rei (Ceará x Fortaleza) no Castelão. Quando o nosso Vozão abriu o placar, a torcida alvinegra inteira começa a gritar:

– Buxada! Buxada! Buxada!

Sem saber que era uma zoação com a torcida rival, o ainda ingênuo Junim pergunta:

– Buxada é o jogador do Ceará que fez o gol?

A gargalhada foi geral e até hoje o causo é lembrado nos reencontros familiares.

*”Profissional papudinho” ou simplesmente “papudim” no dicionário cearês indica alguém que é grande apreciador do suco de cevada ou de uma boa dose de pinga (a famosa “canihouse”) ou similares.

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Responses

  1. So podia ser da sua familia, Roger!Hhehe.Ta na veia.

  2. Valeu pela homenagem Rogério Junior!!!

    Ainda falta eu conseguir a entrevista ao vivo, comigo e a Kamille, no programa Esporte Cidade da TV Cidade Canal 8, filiada da Record aqui na Capital.

    Assim que tiver o arquivo te mando.

    Abração.

  3. De algum tempo pra ca tambem conhecido como boião, apelido carinhosamente apontado a várias pessoas da nossa família, não pelo fato de ter chifres(todo boi tem e todo ser humano ja levou ou ja botou chifres) mas pelo corpo avantajado que DEUS e a cerveja nos deu nesses mais de 25, 30 anos de vida. Valeu boião Junin e valeu boião Rogerio ou Junior (pra quem nào sabe, é chamado por nós da família assim).
    Abreijos

  4. Finalmente o Junim parou de enrolar a Kamille.
    E eu tava lá…………..


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