Publicado por: Rogério Tomaz Jr. | 22/06/2011

Retificação: blogueiro assassinado no RN não era colaborador do blog citado

Recebi, há poucos minutos, por e-mail, a retificação abaixo, que reproduzo na íntegra.

Prezado Rogério Tomaz,

Foi veiculado em seu blog a informação que Ednaldo Filgueira, jornalista assassinado em Serra do Mel no último dia 15/06/2011 fosse colaborador no nosso espaço (Blog Serra do Mel). Essa informação é improcedente e inverídica não condizente com nossa função de comunicador responsável e incorrigível.  A vítima Ednaldo Filgueira não fazia parte de nossa equipe de redação, nem tampouco era colaborador no nosso espaço. Ednaldo mantinha uma pagina na internet no endereço http://www.jornaloserrano.webnode.com.br.

Assim sendo, o nobre blogueiro deve rever as informações postadas às seus leitores e corrigi-las devidamente.

Equipe Blog Serra do Mel | Informação com Personalidade

*****

O blogueiro assassinado não era colaborador do blog Serra do Mel. Era editor do Jornal Serrano.

Além da informação errada que publiquei, errei também ao não checar com o próprio blog Serra do Mel a versão a mim passada.

Cheguei a entrar no blog e estranhei que a notícia que falava do assassinato de Ednaldo Filgueira não o citava como colaborador do blog. Assim como também estranhei não ter encontrado textos de Ednaldo no blog.

Supus – e esse foi o meu erro crasso – que o blog havia suprimido qualquer menção ao petista assassinado por algum tipo de temor em relação a novos atos de violência contra sua equipe.

Quando a suposição prevalece no lugar da informação, a chance de erro é enorme. Enviei mensagem à equipe do blog Jornal Serrano e publicarei qualquer novidade o mais brevemente possível.

Peço desculpas aos leitores e ao blog Serra do Mel pelo erro publicado e pelo erro de não ter sido rígido na apuração jornalística.


Responses

  1. […] Publiquei uma retificação completa aqui neste link. […]

  2. Bom, isso muda um detalhe, não muda a essência da notícia, Rogério. Um comunicador, colaborador de um veículo em seu município, criou uma enquete sobre as contas da Prefeitura, e foi assassinado alguns dias depois, após ter sofrido ameaças. Esse é o fato, que não se altera com o desmentido – com termos até exagerados a meu ver – do veículo inicialmente citado. Ou seja, é bom que essa informação seja corrigida. Mas segue sendo uma grande perda e tristeza esse inacreditável assassinato. Há que se apurar e punir os responsáveis.

  3. Estou com Antonio Biondi. A correção, aliás, só nos dá uma dimensão ainda maior. Ele não era um ‘simples’ blogueiro. Ele era editor de um periódico, assinava editoriais e expunha sua opinião de maneira muito exposta. É um fato lamentável e que precisa continuar na mira dos blogueiros progressistas, sim. Até porque ele não pertencia à “grande mídia”, apesar de seu veículo ter uma linha editorial. Mas que blog não tem uma linha editorial? Um abraço.

  4. Nisso que dá a falta de atenção no que faz, estou sem paciência pra aguentar os desaforos da mídia e de quem se julga “jornalista” que NUNCA sequer checam as informações, parecem crianças deslumbradas com seus joguinhos novos que querem correr pra mostrar aos amigos. Sem mencionar que nem mesmo a língua portuguesa conhecem mais e estimulam todos os leitores a se tornar tão burros quanto. Erros desse tipo são tão graves quanto o assassinato do homem em questão, que agora ninguém mais vai saber se era mesmo blogueiro ou jornalista, e quem sabe se por erro de “jornalismo” (que só no Brasil mesmo se chama “jornalismo” contar fatos errados e se chamam jornalistas aqueles que mal sabem o que dizem ou que sequer conhecem sua própria língua, a qual usam pra contar as histórias que não sabem!) – como eu dizia – por erros desse tipo pode até mesmo ocorrer assassinato de alguém no blog, que não tem nada a ver com o assunto. Se eu fosse você, me retiraria imediatamente desta área, enfiava a cabeça na terra e ficaria sentado chorando pelo resto dos meus dias, ou ao menos até virar uma pessoa decente e que SABE o que está fazendo. Não existem muitos incentivos ou exemplos no Brasil, eu sei, porém não é por isso que as pessoas precisam incentivar ou consolar quem errou tão gravemente.
    Caia fora! Arrume uma profissão que possa ferir menos pessoas, vá vender pipoca – talvez assim você só precise falar o quanto ela custa, e precisar se envergonhar menos.

    • O meu erro não prejudicou material ou moralmente qualquer pessoa, além de mim mesmo. O mais importante nisso tudo é descobrir os responsáveis que praticaram/encomendaram o crime. Portanto, não venha – ainda mais escondido(a) atrás de um pseudônimo, prática de covardes, na maioria das vezes – tentar me desqualificar sem qualquer motivo e sem conhecer o meu trabalho.

  5. Parabéns pelo seu trabalho Rogério Tomaz! Voçê não tem culpa deste fato lamentável. criticar, culpar, reclamar, detonar as pessoas é fácil quero ver apresentar soluções para este fato ocorrido.

    Seja bem vindo! Este meu Brasil onde os polítcos pagam para os assasinos de aluguel matar corvademente um cidadão trabalhador que contribuem com 40 % do seu salário em impostos.

    No Rio Janeiro os polítcos estão insatisfeito com os carros de 80 mil reais r$ que ganharam para trabalhar? Há vão a merda? tinha mas é que dá uma combe para estes filhos de uma puta trabalarem.

    Abraço! Antonio Cunha

  6. A falha não foi do Rogério, mas minha. Eu passei a informação para ele com falha, a responsabilidade é apenas minha.

    Não há, outrossim, prejuízos, uma vez que o Ednaldo era jornalista comunitário e blogueiro.


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