Publicado por: Rogério Tomaz Jr. | 22/05/2011

Karl Marx nasceu no Maranhão

Nascido em Carutapera no início do século XIX, José de Ribamar Karl Marx (ou Ribamarx, como era conhecido nas mesas de bar e quermesses da cidade) mudou-se em tenra idade para a Prússia com a família.

Seu pai queria que o filho tivesse uma vida melhor no velho mundo, que pudesse educar-se e seguir a tradição do clã como bancário.

No início, a família abriu em Trier uma filial (a primeira) do Banco Carutaperense de Investimentos. As fundações do banco consistiam em captação de investimentos estrangeiros para as plantações de pequi do outro lado do Atlântico, na quente porém alegre Carutapera.

O banco encontrou investidores e cresceu por todo o continente, gerando riquezas para a família e permitindo que o rapaz estudasse e não se preocupasse com as coisas práticas da vida. Neste período manteve intensa correspondência com a cidade natal. Nestas cartas, o jovem Riba logo notou que a relação trabalho/dividendos dos plantadores de pequis da terra natal não era justa e que a cada centavo aplicado em pequis, um pequeno cidadão deixava de frequentar a escola.

É famosa missiva trocada com uma colega de infância, na qual a normalista diz que mais valia catar babaçus a plantar pequis naquela terra, tida como a inspiradora de um dos conceitos-chave do ribamarxismo.

O banco veio à bancarrota quando descobriu-se que não havia um pezinho de pequi sequer em Carutapera e que todos os negócios do BCI eram  baseados em capital especulativo. Não seria possível sacar pequis porque os pequis nunca existiram.

Nesta época foi forçado a interromper a correspondência. Foi na crise que formulou alguns de seus estudos mais famosos e que conheceu José de Ribamar Engels, com quem formou a grande amizade e parceria intelectual que entraria para a história.

A falência do banco não impediu que a família recolhesse todos os depósitos e fugisse para Lago da Pedra, onde iniciam a bem sucedida Companhia Prussiana de Exportação de Farinhadas e Peixes-pedra. O jovem Marx, já sem o Ribamar que o denunciaria, foi enviado para a universidade e a família mudou seus nomes, vivendo no confortável refúgio do passado esquecido.

O resto a gente sabe.

(Extraído do número de estreia da Pitomba, revista cultural editada por Bruno Azevêdo, Celso Borges e Reuben da Cunha Rocha)

Reprodução da edição inaugural da revista Pitomba, que recuperou a foto no Arquivo Público do Maranhão

PS: A seção da Pitomba, que traz outros dois intelectuais maranhenses notórios, Sigmund Freud e Friedrich Nietzsche, lembra o site Cearenses Internacionais.

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Responses

  1. nooosa qe site legal aprendi mais nele do qe na escolaaaaaaaaa!bjs pra qem curtir kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk


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