Publicado por: Rogério Tomaz Jr. | 21/02/2011

Brasileiros encurralados pelos protestos na Líbia pedem ajuda ao Itamaraty

Por conta dos protestos na Líbia contra o presidente Muammar al-Khadafi, no poder desde 1969, cerca de cento e setenta brasileiros residentes em Benghazi estão encurralados sem conseguir sair do país.

Onda de protestos nos países árabes chega à Líbia, governada desde 1969 por Khadafi

Benghazi é o principal foco da oposição ao governo de Khadafi.

Boa parte dos brasileiros são funcionários da constutora Queiroz Galvão e seus familiares. Um avião fretado pela empresa já está na capital, Trípoli, a espera de autorização para pousar em Benghazi para trazê-los de volta ao Brasil.

Um grupo de funcionários da Queiroz Galvão está dividido entre a casa de um diretor da construtora e um hotel. Aparentemente, tanto a casa quanto o hotel estão situados em regiões não afetadas pelos protestos contra o governo, mas a situação é muito tensa, especialmente para os familiares aqui no Brasil.

Por conta dos protestos, há dificuldades para renovar o estoque de água e comida, além de problemas com as telecomunicações.

Nesse grupo está um grande amigo meu de infãncia, André Carvalho (36 anos), engenheiro pernambucano. Junto com ele, o pai da querida amiga Mariana Hansen, jornalista carioca, Roberto Roche Moreira, que está com sua esposa, Débora Kloeppel, e os dois filhos, Marina Roche Moreira (16 anos) e Bernardo Roche Moreira, de apenas 5 anos.

O Itamaraty está buscando viabilizar a saída dos brasileiros do solo líbio, mas a burocracia local também exige visto de saída para que as pessoas deixem o país.

Quem puder enviar enviar mensagens de apoio ao Itamaraty, que podem servir de estímulo para uma ação urgente, os canais são os seguintes:

Facebook: http://www.facebook.com/itamaraty

Twitter: http://twitter.com/mrebrasil

e-mail: dcb@itamaraty.gov.br

Fax: (61) 3411-8821

Abaixo segue mensagem enviada pela Mariana Hansen.

Amigos,
Como alguns sabem, meu pai é funcionário da Queiroz Galvão e está em Benghazi, a principal cidade de protestos contra a ditadura na Líbia.
Ele, meus dois irmãos mais novos e minha madrasta, estão presos no país, sem autorização para sair, assim como outros brasileiros.
Hoje, eles estão em uma casa, com mais 50 pessoas, entre homens, mulheres e crianças, esperando pelo visto de saída. A água e a comida estocada não vai durar para sempre e eles precisam da nossa ajuda para pressionar o Itamaraty a conseguir um plano B para tirá-los de lá. A cada hora que passa, a situação só piora e eu temo pela segurança deles.
Estou nesse trabalho de formiguinha para divulgar a presença desses brasileiros em Benghazi e pressionar as autoridades a fazerem mais. A Queiroz Galvão já fretou um avião e depende de uma autorização para pousar em Benghazi e tirar os brasileiros.
Por favor, quem puder, me ajude. Twitter, Facebook, Orkut, email pro Itamaraty, tá valendo tudo.
O nome do meu pai é Roberto Roche Moreira, minha irmã é Marina Roche Moreira (16 anos), meu irmão é Bernardo Roche Moreira (só com 5 anos), e minha madrasta é Débora Kloeppel.
Muito obriagada pela atenção! Espero que possam me ajudar!
beijos
Mariana
*****

Por favor, divulgue este apelo para os seus contatos.

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Responses

  1. […] Tomaz Tadeu JR no Conexão Brasília-Maranhão […]


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