Publicado por: Rogério Tomaz Jr. | 11/08/2009

O basquete na minha vida (e a mão ainda calibrada)

Das brincadeiras em casa até a última competição, em 1999, foram praticamente catorze anos.

O basquete, além de válvula de escape para uma criança e adolescente extremamente ativo e com os nervos à flor da pele, serviu de escola de valores.

Foi nas quadras – fazendo e recebendo assistências, dividindo as alegrias das vitórias e partilhando a dor das derrotas – que perdi boa parte do individualismo que tão fortemente a sociedade em que vivemos nos incute.

Foi nos treinos nos colégios e clubes onde entendi que um coletivo harmônico garante o equilíbrio e a felicidade – enquanto “modo de viajar” e não ponto de chegada – do indivíduo.

Foi nas competições que aprendi a respeitar pessoas que eram minhas adversárias circunstanciais, mas que, passado o momento da disputa, tinham os mesmos objetivos, angústias e sentimentos que faziam parte de mim enquanto atleta e ser humano.

Assim como o movimento estudantil foi a minha grande escola durante a faculdade, do basquete tirei algumas das principais lições da minha vida durante a infância, adolescência e início da vida adulta. Aliás, foi justamente quando dei os primeiros passos na militância do movimento estudantil que não consegui mais me dedicar ao esporte criado por James Naismith em 1891.

Dedicação esta que era quase uma obsessão. Por treinos (nunca deixei de ir a um treino por preguiça e ia mesmo quando estava machucado, para não perder a oportunidade de conversar, assistir, ouvir…), competições, estudo sobre o jogo (livros, vídeos, revistas, Internet, cursos, conversas) e por aí vai…

Hoje, aos poucos, estou buscando retornar às quadras, agora movido 99% por prazer e 1% por atenção à saúde, combate ao sedentarismo…

O vídeo abaixo, registro de sábado passado (8/8), mostra que ainda posso fazer alguma coisa, pelo menos arremessar… rs

Em Brasília, quem ainda tiver disposição pra jogar e se divertir, mas não pra encarar a rotina de treinos etc, uma dica: www.avabra.com.br

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Responses

  1. Depois dessa demostração vou pensar duas vezes se vou me arriscar jogar com vc um basquetezinho. ABRAÇO FORTE

  2. É só chamar mais um parceiro que a trinca tá feita…

  3. Oi, Rogério,

    Não sabia que você jogava, ainda mais tão bem. Quando estiver em Sampa vamos combinar uma ida ao Ibirapuera, sempre jogo lá de dia de semana a noite. Com um arremesso de longe desses não vai precisar nem correr 🙂

    e basquete é incrível mesmo. No Ibira joga italiano, chinês, americano, rico, pobre, negro, branco, oriental…fazemos um monte de amizades. Muito legal

  4. Essa dupla vai longe… rs!
    Acho que é melhor deixar o Bin Laden filmando mesmo hehehehehe

  5. OI SOU DE SAO PAULO MAIS ESTOU MORANDO EM DF EM TAGUATINGA E QUERO MUITO COMEÇAR A JOGAR BASKET AQUI PQ ACHO O MELHOR ESPORTE Q EXISTE…
    GOSTARIA DE SABER OS LOCAIS DE RACHAO AQUI SE PODER ME AJUDAR AGRADEÇO A ATENÇAO


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