Estados Unidos, Congo, Zimbábue, Suriname, África do Sul, Cuba e Itália. Essa é a procedência dos músicos que compõem a banda do projeto Playing for Change.
O projeto exemplifica, pela arte, o que poderia ser o conceito “globalização” na prática. Não apenas pela diversidade geográfica dos seus integrantes. Sobretudo, pela forma como faz o que faz: tudo compartilhado, nada preso às correntes dos direitos autorais.
Além da banda, que roda o mundo “conectando as pessoas pela música”, o projeto idealizado pelo californiano Mark Johnson gerencia oito escolas de música e artes na África e na Ásia, envolvendo 600 estudantes e 153 profissionais.
E o que falar dos vídeos sensacionais do projeto? Veja no site oficial ou nos posts que já publiquei (aqui e aqui) no blog e tente resistir ao riso e às lágrimas…
Confira algumas fotos do show inesquecível em Brasília, na última quinta-feira (16). Quiçá voltem em breve.
O álbum completo (48 fotos) está no meu Flickr.
Clique para ampliar as imagens.

Grandpa Elliott (EUA), Clarence Bekker (Suriname) e Titi Tsira (África do Sul). (Foto: Rogério Tomaz Jr.)















Fui no show deles ontem aqui em SP, no fechamento do Boubon Street Festival. Muito bom. O melhor é que eu estava voltando de um aniversário despretenciosa, nem sabia qual banda estava tocando e cheguei bem na apresentação deles. Sensacional.
Por: Giselle Godoi Vieira (@gigovi) em 20/08/2012
às 9:37