Mais de 1600 assassinatos de lideranças ou militantes camponeses nos últimos 25 anos.
Em média, mais de um por semana.
E “os sem terra” é “violento”, “fora da lei”, “radical”.
Só nas últimas três semanas, seis mortes na Amazônia.
E “os sem terra” é “violento”, “fora da lei”, “radical”.
No último fim de semana, arrombamento da sede da CPT do Maranhão.
E o MST é “violento”, “fora da lei”, “radical”.
Duas semanas atrás, um líder quilombola, também no meu Maranhão querido, sofreu atentado a bala em sua casa.
E “os sem terra” é “violento”, “fora da lei”, “radical”.
Centenas de militantes e defensores de direitos humanos sofrem com ameaças de policiais, pistoleiros e da própria Justiça, como o advogado José Batista Gonçalves, condenado por fazer o seu trabalho de assessoria jurídica e tentar evitar conflitos que levassem pessoas à morte.
No 24 de maio passado, enquanto Sarney Filho anunciava com pesar o assassinato de José Cláudio, na tribuna da Câmara, os agroboys da Kátia Rebelo e do Aldo Abreu vaiavam nas galerias.
E “os sem terra” é “violento”, “fora da lei”, “radical” porque derruba pés de laranja.
Só no Pará, mais de 900 trabalhadores rurais ou apoiadores da luta campesina foram assassinados nos últimos 30 anos.
E “os sem terra” é “violento”, “fora da lei”, “radical”.
Em Pernambuco ou no Rio Grande do Sul, a Polícia Militar intimida (com bombas, sirenes e tiros), prende, espanca e tortura. Ou, simplesmente, executa. Como no Massacre do Eldorado dos Carajás.
E “os sem terra” é “violento”, “fora da lei”, “radical”.
Os movimentos propõem limite para latifúndios (existentes em muitos países “mudernos”) e atualização de índices de produtividade (defasados “apenas” em três décadas e meia) e o sabujo do Bóris Casoy lê editorial dizendo que a propriedade e o Estado de Direitos estão ameaçados no Brasil.
E “os sem terra” é “violento”, “fora da lei”, “radical”.
Tipo em Coqueiros, no Rio Grande do Sul, onde uma única fazenda ocupa 30% do município e gera 6 empregos, aí o MST ocupou várias vezes…
E é “violento”, “fora da lei”, “radical”.
A PEC que expropria terras onde existir trabalho escravo mofa há mais de década no Congresso Nacional, mas o Código da Motosserra que envergonha o Brasil no exterior é aprovado com folga em dois anos.
E “os sem terra” é “violento”, “fora da lei”, “radical”.
Mais de cinco mil pessoas de entidades e movimentos sociais que não aceitam a lei do latifúndio vivem e dormem com um ou dois olhos abertos, atentos a um tiro certeiro como bala que já cheira sangue.
E “os sem terra” é “violento”, “fora da lei”, “radical”.
Sem falar na ultra-esquerda (que, muitas vezes, fala para o próprio umbigo e para as paredes) que acusa o MST de ser governista ou recuado demais.

Eles são os violentos. (Foto: Leonardo Melgarejo)





[...] Sem falar na ultra-esquerda (que, muitas vezes, fala para o próprio umbigo e para as paredes) que acusa o MST de ser governista ou recuado demais. Eles são os violentos. (Foto: Leonardo Melgarejo) Link direto em: http://brasiliamaranhao.wordpress.com/2011/06/17/ruralistas-matam-mst-violento/ [...]
Por: Conexão Brasília Maranhão – Ruralistas matam dois por semana. E o MST é violento… « Jornada Contra os Agrotóxicos – DF em 17/06/2011
às 17:43
[...] Do Blog Conexão Brasília Maranhão [...]
Por: Rogério Tomaz Jr: quem é violento no meio rural? | Candango Solidário em 20/06/2011
às 8:22
Gostaria de saber quais as providências que nosso governo de esquerda tem tomado para evitar o massacre deste povo oprimido.
Não se trata de uma critica mas sim de interesse em saber se existe solução para tão grave problema.
E a Reforma Agrária, será que algum dia acontecerá?
Por: Teresa Favero em 23/06/2011
às 15:41
[...] os assassinatos de militantes dos movimentos sociais, que ocorrem na média de dois por semana (como já mostrei aqui), na maioria das vezes vítimas dos ruralistas e seus jagunços, pistoleiros e capitães do mato, [...]
Por: Vereador petista que denunciava corrupção do DEM foi assassinado « Conexão Brasília Maranhão em 28/11/2011
às 17:14
[...] atual Código Florestal representa uma ameaça à “classe produtora” brasileira – matam dois (sem terra ou quilombola ou sindicalista ou indígena ou pequeno pescador) por semana. E o MST (ou os índios ou os quilombolas) é violento. Ou os sindicatos são [...]
Por: Criança indígena de 8 anos é queimada viva por madeireiros « Conexão Brasília Maranhão em 05/01/2012
às 20:10
[...] dizem que o atual Código Florestal representa uma ameaça à “classe produtora” brasileira – matam dois (sem terra ou quilombola ou sindicalista ou indígena ou pequeno pescador) por semana. E o MST (ou os índios ou os quilombolas) é violento. Ou os sindicatos são [...]
Por: Criança indígena de 8 anos é queimada viva por madeireiros | Brechó do Carioca em 06/01/2012
às 9:43
Vamos ocupar a justiça…..indignaí-vos
Por: luiza em 06/01/2012
às 9:59
[...] dizem que o atual Código Florestal representa uma ameaça à “classe produtora” brasileira – matam dois (sem terra ou quilombola ou sindicalista ou indígena ou pequeno pescador) por semana. E o MST (ou os índios ou os quilombolas) é violento. Ou os sindicatos são [...]
Por: Criança indígena de 8 anos é queimada viva por madeireiros « A REDE da Cidadania em 06/01/2012
às 10:58
[...] dizem que o atual Código Florestal representa uma ameaça à “classe produtora” brasileira – matam dois (sem terra ou quilombola ou sindicalista ou indígena ou pequeno pescador) por semana. E o MST (ou os índios ou os quilombolas) é violento. Ou os sindicatos são [...]
Por: Criança indígena de 8 anos é queimada viva por madeireiros | FEDERAÇÃO DOS ESTUDANTES DE AGRONOMIA DO BRASIL em 06/01/2012
às 12:14
[...] dizem que o atual Código Florestal representa uma ameaça à “classe produtora” brasileira – matam dois (sem terra ou quilombola ou sindicalista ou indígena ou pequeno pescador) por semana. E o MST (ou os índios ou os quilombolas) é violento. Ou os sindicatos são [...]
Por: Criança indígena de 8 anos é queimada viva por madeireiros | ParanáBlogs em 06/01/2012
às 12:39
[...] que o atual Código Florestal representa uma ameaça à “classe produtora” brasileira – matam dois (sem terra ou quilombola ou sindicalista ou indígena ou pequeno pescador) por semana. E o MST (ou os índios ou os quilombolas) é violento. Ou os sindicatos são [...]
Por: Criança indígena de 8 anos é queimada viva por madeireiros em 06/01/2012
às 17:08
[...] dizem que o atual Código Florestal representa uma ameaça à “classe produtora” brasileira – matam dois (sem terra ou quilombola ou sindicalista ou indígena ou pequeno pescador) por semana. E o MST (ou os índios ou os quilombolas) é violento. Ou os sindicatos são [...]
Por: Criança indígena de 8 anos é queimada viva por madeireiros « BLOG DO GBU em 06/01/2012
às 20:19
[...] que o atual Código Florestal representa uma ameaça à “classe produtora” brasileira – matam dois (sem terra ou quilombola ou sindicalista ou indígena ou pequeno pescador) por semana. E o MST (ou os índios ou os quilombolas) é violento. Ou os sindicatos são [...]
Por: Criança indígena de 8 anos é queimada viva por madeireiros « em 06/01/2012
às 23:10
[...] dizem que o atual Código Florestal representa uma ameaça à “classe produtora” brasileira – matam dois (sem terra ou quilombola ou sindicalista ou indígena ou pequeno pescador) por semana. E o MST (ou os índios ou os quilombolas) é violento. Ou os sindicatos são [...]
Por: Criança indígena de 8 anos é queimada viva por madeireiros « PSOL em 07/01/2012
às 16:46